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As famílias portuguesas poupam mais por hábito do que para preparar o seu futuro

Apenas em 3 de cada 10 casos é que a poupança tem como fim claro a reforma, sendo que muitas famílias indicam outros motivos que podem estar ligados de forma indireta com o momento de abandono da vida ativa.
As famílias portuguesas poupam mais por hábito do que para preparar o seu futuro

20 de Novembro de 2013 | 00:00

A reforma tem um papel importante dentro dos objetivos de poupança das famílias portuguesas, não sendo, no entanto, o motivo principal para a contenção de despesas. O hábito de poupar em si, o costume de não gastar todo o rendimento, e sem ter um objetivo definido, é o que leva, em primeiro lugar, à poupança em cada lar, segundo os dados da sondagem “As pensões e os hábitos de poupança em Portugal”.
 
Assim, 68% dos 346 lares entrevistados que afirmaram conseguir poupar (40% da amostra total) disse fazê-lo unicamente por esse motivo, sem ter uma meta clara.
 
Em segundo lugar, aparece como motivo para poupar a reforma: 31% das famílias que poupam fazem-no para se prepararem para quando alcançarem a idade de reforma, sendo que essa percentagem cresce conforme as pessoas se aproximam dessa idade. Isso quer dizer que, com a aproximação temporal desta contingência, aumenta a atenção para o assunto, mas não é algo que esteja em mente em idades mais jovens.
 
Nas respostas dos entrevistados aparecem também referências ao futuro ou aos imprevistos (4% das famílias), o que pode também estar ligado à reforma, de forma indireta, bem como em algumas situações onde foram indicados motivos diversos e muito dispersos, mas que representam 15% da população que poupa. A compra de casa é indicada em 6% dos lares como motivo de poupança.
 
 
 

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