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Vou começar a poupar para o meu futuro. O que devo ter em conta?

Em primeiro lugar, devemos considerar a poupança em função das circunstâncias particulares: estabelecer objetivos, analisar o prazo para os alcançar e fixar uma quantia de poupança necessária para tal. Se não for suficiente, é importante fazer uma estimativa e cortar nos gastos desnecessários. O futuro está em jogo.
Vou começar a poupar para o meu futuro. O que devo ter em conta?

04 de Agosto de 2014 | 00:00

Dar o passo para começar a poupar para o futuro requer vontade, mas também capacidade de planeamento. Antes de mais, convém colocar uma série de questões para que a poupança seja o mais eficiente possível.

Análise do momento e das necessidades de poupança

Em primeiro lugar há que planear a poupança em função das circunstâncias particulares. Assim, em função da idade em que se inicia o processo de poupança e de investimento, ter-se-á pela frente mais ou menos anos antes da idade da reforma, pelo que a poupança necessária será também de diferentes quantias.

Nesta fase há que analisar os objetivos que se querem alcançar chegada à idade de reforma: se se quer manter o nível de vida atual, se se pretende melhorar, ou se se pretende gerar uma quantidade de poupança suficiente para cobrir potenciais problemas relacionados com a saúde ou outro género de questões. Uma vez analisados estes objetivos e estimada a quantidade de poupança necessária, bem como o tempo de que se dispõe, já pode colocar em marcha a planificação do seu futuro.

Nessa planificação, o perfil de risco e as circunstâncias de quem poupa serão a chave para determinar os veículos financeiros e não financeiros nos quais se poderá canalizar os investimentos, com o objetivo de combater a inflação e manter o poder de compra ao longo dos anos.

Para começar a poupar

Mas, além do planeamento, que resultará num valor fixo todos os meses aplicado em certos produtos financeiros, o próprio ato de poupar requer a capacidade de não gastar todos os rendimentos. Como o conseguir?

Uma boa dica é tentar definir um orçamento, algo simples, para que em função do rendimento mensal se saiba realmente qual a capacidade de poupança. Nesse orçamento devem ser incluídas as despesas fixas da casa (hipoteca, água, luz, telefone...), outras despesas regulares (alimentação, bebidas, produtos de limpeza...), outros gastos fixos para além da habitação (colégio dos filhos, seguros, gastos com transportes, ginásio...) e ainda variáveis (gasolina, pagamento de impostos, consultas médicas, gastos com roupa e sapatos...) e também despesas de lazer.

Esse orçamento deve ser realista: quase sempre, ao fazer estas estimativas, percebemos que na realidade nos deveria sobrar dinheiro, mas há muitos gastos que fazemos sem dar conta, pelo que convém rever, pelo menos durante uma semana, exatamente em que é que gastamos.

Se, uma vez feito o orçamento, comprovarmos que a poupança disponível não é suficiente para cumprir as nossas metas para o futuro, convém verificar o que é mais essencial e o que é que se pode dispensar. Se estes cálculos forem bem feitos, essa poupança que será destinada para o futuro não terá de ser usada antes, e assim as metas definidas para a reforma serão cumpridas. Está em causa um futuro digno.
 

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