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Uma reforma plena

A reforma marca uma nova etapa nas nossas vidas e devemos aprender a vivê-la como sendo uma etapa de desenvolvimento pessoal.
Uma reforma plena

14 de Julho de 2015 | 00:00

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Chegada a altura da reforma, dá-se início a uma nova etapa da vida que requer um processo de adaptação prévia. Deixamos de lado a vida profissional, o stress, o acordar cedo, e damos lugar aos tempos livres.A reforma é um estado que causa receio a muitas pessoas. Esse medo é motivado pelo facto de, antes, termos tido uma vida estruturada que, de repente, deixamos de ter. E é preciso começar algo do zero.
 

O que faço com o meu tempo livre, e como posso continuar a sentir-me útil?

Estas são algumas das questões que muitas pessoas se colocam ao atingir a idade da reforma. A verdade é que a vida não termina com o final da vida profissional. Inicia-se sim uma nova etapa, naqual se podem atingir muitos objetivos que antes não tivemos possibilidade de concretizar por falta de tempo.
Há, por isso, que saber desfrutar do tempo de lazer de maneira a que este nos traga benefícios físicos e psicológicos. Deste modo, é fundamental tomar consciência do novo papel que teremos nas nossas vidas, bem como da preparação e planificação da reforma.
 

Como ter uma reforma positiva?

Devemos preparar-nos para o momento da reforma introduzindo progressivamente novos hábitos, costumes e hobbys enquanto ainda estamos no ativo. Isso irá ajudar-nos na adaptação ao nosso novo projeto de vida e aprenderemos a gerir um dos maiores desafios da reforma: o aumento do tempo livre.
Eis alguns aspetos a considerar para alcançar uma reforma que nos satisfaça plenamente:
 
  • Ter a reforma planificada: Conhecer-se a si próprio e saber quais as atividades das quais se irá desfrutar no tempo é algo fundamental. Trata-se, no fundo, de procurar atividades que deem sentido à nossa vida e nas quais possamos obter um elevado grau de satisfação pessoal.Manter as relações sociais: Deve retomar o contacto e reunir-se com amizades antigas. Desenvolver atividades em grupo enriquece a nossa vida social. Isto é fundamental nas grandes cidades, mais impessoais, nas quais corremos o risco de permanecer em casa quando chegamos à reforma.

  • Cultivar hobbies ou realizar atividades que se possam fazer em idades mais avançadas: Uma pessoa pode gostar muito de futebol ou de boxe mas, chegada a idade da reforma, estas atividades podem ser demasiado duras para o nosso organismo. Dar início à pratica de atividades mais ligeiras como caminhadas, golf ou o cicloturismo, pode servir para nos distrairmos, tanto hoje como quando formos mais velhos.

  • Ajudar os outros: Sentirmo-nos úteis é o melhor que nos pode acontecer. Além disso, o nosso tempo e o nosso conhecimento podem ser úteis a muita gente. Existem muitas associações onde pode dedicar o seu tempo livre aos outros.

  • Não ficar refém dos conhecimentos que se têm. Aprender coisas novas: Nunca é tarde para aprender e procurar formação. Uma pessoa pode enriquecer-se em qualquer idade através de cursos, aulas de dança, exercício físico, etc.

  • Aproveitar os recursos sociais: Existem atividades organizadas pelas universidades séniores, por exemplo, cursos, oficinas, bem como entidades e recursos de apoio a pessoas dependentes como a teleassistência, o apoio ao domicílio ou prestações sociais.

  • Manter-se otimista: O bom humor e o otimismo trazem-nos mais qualidade de vida e fazem-nos estar mais abertos a novas atividades.

  • Manter-se ativo: Não fique em casa, sem sair nem fazer nada. Há uma vasta oferta de atividades de lazer das quais pode desfrutar e, sobretudo, agora tem tempo para elas! Juntar-se às diversas associações para pessoas reformadas nas quais se organizam atividades, cursos e viagens é uma boa opção.

  • Fazer exercício: Há que cuidar-se, para evitar que o organismo se deteriore excessivamente. Programar uma série de atividades desportivas diárias é uma boa opção para manter o corpo e a mente sãos. No entanto, deve evitar-se que os temas relacionados com a saúde se tornem uma obsessão. A não ser que se sofra de uma doença grave, nesta idade é comum ter um estado de saúde razoável. Ainda que não se tenha o vigor dos 18 anos, podem desenvolver-se muitas atividades a um ritmo moderado.




        
    

 

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