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Princípios básicos da planificação financeira para a reforma

A planificação financeira deve ser feita de forma individual em função das particularidades de cada pessoa, tendo em conta diferentes aspetos básicos.
Princípios básicos da planificação financeira para a reforma

26 de Setembro de 2014 | 00:00

Planear a reforma tem um grande significado: é planear um futuro em que os rendimentos gerados não provêm do desenvolvimento de uma atividade profissional e, por isso, será de esperar que sejam mais baixos ou até inexistentes.

Portanto, planear a reforma requer uma planificação feita atempadamente em etapas anteriores da vida, quanto mais precoces melhor. A planificação financeira deve ser feita de uma forma individual em função das características particulares de cada pessoa, tendo em consideração diferentes aspetos básicos.

Em primeiro lugar, é essencial considerar o horizonte temporal até à data de reforma: dependendo dos anos que faltam em cada caso, os planos serão necessariamente diferentes. Quanto mais cedo se planificar, mais tempo haverá para criar estratégias de poupança, para obter maior retorno com os investimentos ou para corrigir comportamentos prejudiciais.

Há também que considerar o nível de rendimentos (o salário e outros tipos) de cada pessoa, para analisar que parcela se pode destinar à poupança; e, claro, analisar o volume de despesas da pessoa, o que irá determinar a capacidade de poupança para a reforma ou para outros fins.

Tudo isto, sem perder de vista o objetivo previsto para a reforma: dependendo de como se quer viver e do capital que é preciso para tal, será necessária uma maior ou menor quantidade de poupança. Assim, decidir o nível de vida desejado a partir da altura da reforma, é um ponto fundamental para determinar a poupança que é preciso acumular até essa data, já para não mencionar outras despesas significativas nessa fase da vida, como possíveis doenças ou assistência.

Além disso, uma vez que no mercado existem muitas alternativas de investimento, à medida que a poupança vai sendo construída devem considerar-se outros aspetos, como o perfil de risco, a liquidez, o binómio retorno-risco e a tributação dos diferentes produtos financeiros. Com isto, pode escolher-se o mais adequado, assegurando que se mantém o poder de compra, combatendo a inflação.

Um processo em constante revisão

Outra questão que não deve ser esquecida é que a planificação financeira para a reforma deve ser uma análise dinâmica a realizar com relativa frequência, já que as condições económicas, familiares e pessoais se vão alterando. Por essa razão, os objetivos podem ficar desatualizados ou a capacidade de poupança e as despesas podem variar de forma substancial. Rever com frequência os objetivos e o plano de poupança é fundamental para se ter uma reforma como se deseja.


 

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