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Poupança: um hábito que se adquire desde jovem

Os jovens fazem o primeiro contacto com a poupança desde cedo, e a forma como fazem a sua gestão tem impacto nos seus hábitos futuros.
Poupança: um hábito que se adquire desde jovem

06 de Maio de 2015 | 00:00

A primeira decisão que enfrentas quando começas a ter rendimento profissional é se o gastas no momento, ou se o preservas para o futuro. O mais fácil é optar pelo gasto. São momentos de independência e de superação: comprar uma mota com o primeiro salário, alugar uma casa com os amigos da universidade, começar a viajar mais, já que dispões de dinheiro. Enfim, consome-se para satisfazer os desejos e preferências imediatas.

No entanto, também é possível ser-se previdente, tomando consciência das necessidades e planos para o futuro. Estudar, comprar uma casa ou fazer frente a contingências que possam surgir ao longo da vida requem uma grande quantidade de recursos e, por isso, é necessário poupar. E a poupança constrói-se desde hoje, pouco a pouco, de forma sistemática.


A poupança é um hábito que se adquire ao longo da vida, desde tenra idade. Queres aprender a poupar?


A primeira coisa que deves fazer é analisar o valor dos teus rendimentos e aquilo em que gastas o teu dinheiro. Com base nisto poderás avaliar quais os gastos que podes eliminar e, porque não, que rendimentos podes fortalecer. Isto acontece em todas as idades: desde criança, ao começar a vida profissional e também em adulto, apenas muda a escala e a quantidade de dinheiro.

A questão fundamental é a planificação. Uma vez conhecida a quantidade de dinheiro que podemos poupar em cada mês, há que considerar objetivos alcançáveis.

Poupança ao mês...

Poupança ao trimestre...

Poupança ao ano...

Para muitos jovens com capacidade de poupança, ou seja, com trabalhos minimamente remunerados, a poupança é uma questão irrelevante. Confiam excessivamente no seu potencial pessoal, na sua família e nos apoios públicos. Mas estas redes de segurança têm os seus limites.

Num contexto cada vez mais incerto no que diz respeito ao mercado de trabalho, saúde, educação ou pensões públicas, há que ser previdente. Imagina que não poupaste e tens problemas de saúde, que implicam um gasto em medicamentos muito elevado ou não comparticipado. Imagina que és despedido do teu emprego, que deixas de receber um salário e que não consegues suportar os teus gastos mensais. Imagina que o teu carro está danificado e não dispões de fundos suficientes para o substituir.
Todas estas situações que descrevemos parecem improváveis, mas acontecem. E não é preciso irmos muito longe para concluir que são mais fáceis de ultrapassar se contares com um “colchão” de dinheiro criado previamente.

Pela independência, dignidade e tranquilidade pessoal, não há como contar com as poupanças feitas. Ânimo, começa desde já a poupar!




 
 

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