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O efeito das pausas contributivas na formação das pensões

Quais as consequências das pausas contributivas por desemprego, doença, paternidade, etc, na aquisição de direitos em matéria de reforma e consequentemente para as pensões de reforma que se iniciarão no futuro?

Tempo de leitura: 3 minutos

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O efeito das pausas contributivas na formação das pensões

Ler todo o relatório: O efeito das pausas contributivas na formação das pensões.  

Os trabalhadores por conta de outrem podem registar períodos de desemprego de distintas intensidades ao longo da sua vida profissional. Estas pausas têm fortes implicações no seu rendimento durante esses períodos; essa é a parte conhecida da equação. Menos conhecidas são as consequências das pausas contributivas na aquisição de direitos em matéria de reforma e consequentemente para as pensões de reforma que se iniciarão no futuro.

É curioso verificar contudo que pausas contributivas podem ser muito sérias ou quase inconsequentes, variando em função do regime de pensões e/ou do país em que os trabalhadores adquirem as suas pensões de reforma. Este trabalho explora distintas situações e apresenta simulações do impacto das pausas contributivas na formação das pensões de reforma em Portugal e Espanha.

Dadas as diferenças mas também as semelhanças dos sistemas de segurança social de ambos os países bem como os tipos de pausas consideradas, podemos concluir que alguns trabalhadores poderão sofrer efeitos desproporcionadamente grandes ao passo que outros quase não serão afectados pelo mesmo fenómeno nas suas pensões. 

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