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Como reduzir as despesas após a reforma

Reduzir o nível de despesas é essencial porque durante a reforma, normalmente, gastamos mais do que recebemos e é necessário fazer contas para que o dinheiro dure pelo resto da vida. Cortar nos gastos associados ao trabalho, aproveitar os descontos para as atividades de lazer e controlar as ajudas familiares são alguns conselhos.
Como reduzir as despesas após a reforma

12 de Abril de 2014 | 00:00

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As despesas que teremos durante a reforma serão menores, mas também diferentes, e tudo dependerá das necessidades e da situação de cada um. As circunstâncias de cada pessoa, a sua situação no que respeita à saúde, o seu nível de vida, as expectativas sentidas quando se chega à reforma, as atividades que se querem desenvolver ou o modo como se quer viver, tudo isso irá determinar as despesas em causa. 
 
Em Portugal, a percentagem do valor das pensões públicas, em relação ao valor do último salário, foi durante muitos anos suficiente para que quem se reformasse não tivesse de alterar substancialmente as suas despesas para manter o nível de vida. Contudo, existiu sempre a necessidade de ter em conta as despesas inesperadas, por exemplo, devido a questões de saúde.
 
Mas os desafios demográficos e a insustentabilidade do sistema público de pensões prenunciam que essa percentagem baixe significativamente no futuro. Por isso, o ideal será ter poupanças privadas para cobrir aquilo que não será assegurado pelo Estado. Caso contrário, ou em situações em que a poupança privada seja insuficiente, como se podem reduzir as despesas após a reforma?
 

Poupar nos gastos fixos mensais

 
Algumas dessas despesas serão reduzidas quase automaticamente com a mudança de hábitos que a reforma implica. Por exemplo, pode economizar no transporte, público ou privado (se usava carro, poupará no combustível), porque já não tem de ir diariamente para o local de trabalho. Ainda que se mantenha ativo e em movimento, provavelmente as deslocações não serão tão frequentes como antes. E, no caso do transporte público, este será mais barato, graças às condições especiais para reformados e pensionistas. Também pode reduzir outros gastos relacionados com a vida profissional, tais como as despesas com vestuário e calçado. Ou de alimentação: por exemplo, se o seu dia de trabalho implicava fazer as refeições fora de casa diariamente, agora pode economizar ao comprar no supermercado a preços mais baixos e ao preparar as suas refeições em casa.
 
É verdade que, ao passar mais tempo em casa e ao ter mais tempo livre, deverá ter atenção para que as despesas de eletricidade, aquecimento e telefone não subam consideravelmente. E também terá de prestar atenção às despesas de lazer como a televisão digital, as idas ao cinema e ao teatro, bem como as viagens, ainda que as condições especiais para reformados facilitem a realização destas atividades a preços muito atrativos. E, além disso, poderá economizar nas viagens, se optar pelas épocas baixas para as fazer. Terá possibilidade escolher as datas e os preços e assumir o controlo do seu próprio tempo, sem estar condicionado pelo trabalho.
 

E se surgirem outras despesas?

 
Face à crise económica atual, são muitos os reformados que com as suas pensões públicas ajudam as suas famílias em situação de desemprego. Se este for o seu caso, deverá gerir e compensar esses gastos, para o caso de surgirem imprevistos relevantes. Além disso, se ainda não tiver terminado de pagar a hipoteca, é muito importante que se organize, para que possa continuar a pagar a prestação mensal sem problemas numa altura em que não poderá trabalhar e gerar a receita necessária.
 

Gastar mais do que se poupa

 
Reduzir o nível de despesas é essencial porque, durante a reforma, o que se faz fundamentalmente é gastar, sem obter rendimentos de trabalho (ainda que se possa ter outros rendimentos). Mas, em geral, irá gastar-se mais do que aquilo que se recebe e será preciso fazer contas para que as poupanças durem ao longo da vida.
 

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