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Planear a reforma com conhecimento

Durante a juventude tendemos a pensar que a idade da reforma está muito longe. De facto, aos 20 e aos 30 anos as prioridades variam entre a satisfação pessoal, a diversão e a construção de uma vida familiar. As poupanças feitas vão nesse sentido: um projeto pessoal, a aquisição de uma casa... Mas, chegados aos 40, a distância começa a encurtar. E a verdade é para muitas pessoas as “regras de planeamento da reforma” são ainda ilustres desconhecidas.
Planear a reforma com conhecimento

22 de Janeiro de 2015 | 20:30

O nível de conhecimento acerca dos aspetos económicos da reforma tem aumentado nos últimos anos entre os portugueses, mas não é ainda suficiente. De acordo com o estudo “As Pensões e os Hábitos de Poupança em Portugal” elaborado no final de 2014 pelo Instituto BBVA de Pensões, mais de metade (55%) dos portugueses considera-se pouco ou nada informado sobre as questões relacionadas com a reforma.
 
Uma realidade que se agrava com uma diminuição do interesse por este tema (cerca de 30% manifesta um desinteresse patente). Ou seja: mesmo que este seja um tema que causa alguma preocupação, existe uma fatia considerável da população que, para além de não possuir muita informação sobre os procedimentos para garantir uma reforma que permita manter o nível de vida na velhice, também não manifesta vontade de adquirir mais informação.
 
No entanto, o cenário não é tão negativo quanto possa parecer à primeira vista. Cerca de 45% dos portugueses está a par da existência de ferramentas que permitem fazer a simulação da pensão de reforma que irão receber. As entidades financeiras destacam-se como sendo a principal referência dos portugueses para obter informação sobre poupança, investimentos e reforma – são indicadas por 60% das pessoas como primeira opção. Em segundo lugar, a maioria das pessoas indica a família ou amigos como fonte de informação ou de ajuda à decisão.Os meios de comunicação social, as páginas na Internet de entidades financeiras e os fóruns especializados ou redes sociais surgem como outras opções de procura de informação.
 

A desinformação pode ser prejudicial

A grande questão que se levanta quando as pessoas não estão suficientemente informadas sobre os procedimentos relacionados com a poupança e com a reforma, é que essa desinformação pode ter consequências negativas nas decisões financeiras que se tomam.
 
Por exemplo, de acordo com o estudo “As Pensões e os Hábitos de Poupança em Portugal” quase dois em cinco portugueses não sabe quantos anos de contribuições são necessários para se receber uma pensão completa. Três quartos da população acredita mesmo que quem contribuiu durante menos de 15 anos terá direito a uma pensão contributiva, o que não é verdade.
 
No diz respeito às expectativas de qualidade de vida no momento da reforma, a maioria dos portugueses sente que viver exclusivamente com uma pensão da Segurança Social não será suficiente. Cerca de 63% considera que o nível de vida será pior ou muito pior que o atual se apenas puder contar com esta pensão, sendo as mulheres e o grupo entre os 46 e os 55 quem melhor percebe esta realidade.
 
Assim, a necessidade de poupar para complementar a reforma é uma convicção generalizada (89% das pessoas crê que a poupança complementar é essencial para manter o nível de vida).
 
 

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