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O BCE voltou a baixar as taxas de juro. Como é que isso interfere com a minha poupança?

Para quem poupa, o desafio é encontrar produtos que permitam combater a inflação. Fazer poupança a curto prazo pode não ser suficiente, pelo que os fundos de investimento e de pensões podem ser uma boa opção.
O BCE voltou a baixar as taxas de juro. Como é que isso interfere com a minha poupança?

26 de Setembro de 2014 | 00:00

O BCE (Banco Central Europeu) voltou a baixar as taxas de juro para 0,05%, um mínimo histórico, e baixou a taxa de juro aplicável aos depósitos para entre -0,2% e -0,1%, com o objetivo de tornar mais barato o crédito para que os cidadãos e as empresas procurem mais financiamento. E também para levar os bancos a emprestar mais.

De acordo com a EFPA (European Financial Planning Association), a decisão pode representar uma vantagem competitiva para as empresas com negócios fora do país de origem, perante a possibilidade de deslavorização do euro face ao dólar – o que poderia permitir uma recuperação das exportações, cujo volume tem diminuído nos últimos meses.

O que significa para quem tem hipotecas?

Todos os clientes que tenham contraído um empréstimo indexado à Euribor podem beneficiar de uma redução das taxas.

E para quem tem poupanças?

Aqui está o problema. As taxas de juro baixas condicionam o retorno das aplicações mais conservadoras, como os depósitos bancários, que oferecem taxas cada vez mais baixas. O que fazer? Perante este cenário, as opções para obter um maior retorno passam por assumir alguns riscos, tendo sempre em conta que não existe um produto perfeito – já que tal depende do perfil de investimento de cada pessoa – e que nunca se deve investir num produto que não entendemos. Outra opção é fazer investimentos a longo prazo, o que geralmente permite obter retornos mais elevados.

Que opções tenho para as minhas poupanças a longo prazo?

Para fazer poupança a longo prazo, em que o fundamental é combater a inflacção, pode acontecer que já não seja suficiente investir em produtos de curto prazo que oferecem pouco retorno, como os depósitos.

Segundo a EFPA, os fundos de investimento são uma opção interessante e acessível a todos os orçamentos, graças à sua vasta oferta, às vantagens fiscais e à elevada liquidez, pois permitem uma ampla diversificação dos ativos investidos.
 

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