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A Fase de Recebimento dos Benefícios nos Fundos de Pensões: Risco e Opções de Pagamento

O Fórum de Especialistas analisa o papel das provisões individuais para a reforma, que tem aumentado nas últimas décadas.

Tempo de leitura: 3 minutos

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A Fase de Recebimento dos Benefícios nos Fundos de Pensões: Risco e Opções de Pagamento

Jorge Miguel Bravo e Robert Holzmann realizaram uma nova análise sobre o estado daspensões e reformas em Espanha, revisando as opções de recebimento das pensões e de diminuição dos riscos, o pagamento de um montante fixo, os reembolsos programados, a hipoteca inversa como instrumento de financiamento da reforma eo papel que as intervenções das políticas públicas tiveram ao longo do tempo.

Descarregue o documento na íntegra "The Pay-out Phase of Funded Pensions Plans: Risks and Payment Options " (PDF 0,3 Mb)

Destaca-se o estudoque realizaram dos tipos de risco para os reformados e que apresentamos de seguida.

Tipo de riscos para os reformados

Factor de risco

Definição

Longevidade individual

Há o risco de que o indivíduo (ou a família) sobreviva para além do que se esperava no momento de passagem à situação de reforma e, como consequência, “sobreviva”às suas poupanças (ou experimente uma redução dos valores ao seu dispor durante a reforma), vendo-se obrigado a mudar drasticamente o seu nível de vida (consumo).

Longevidade conjunta

Refere-se à incerteza sobre a longevidade de toda a população, ou seja, o risco de que as pessoas em geral sobrevivam para além do que era esperado, de acordo com as projecções de mortalidade.

Investimento

O risco de que o retorno estocástico desse investimento signifique que os activos afectos ao pagamento de pensões (acções, obrigações, imóveis) flutuam ao longo do tempo. Obviamente é dada especial atenção aos cenários em que os activosse desvalorizam, colocando em risco o cumprimento das necessidades e aspirações financeiras das pessoas.

Inflação

O risco de que um aumento generalizado dos preços possa causar uma erosão do valor real das pensões e das poupanças para a reforma. Por exemplo, o montante de uma pensão nominal fixo perde, em 30 anos, cerca de 45% (78%) do seu poder de compra real, quando a taxa de inflação é de 2% (5%) ao ano.

Crédito

Este é um factor de risco tanto de segurança como para o credor. O risco de crédito refere-se a casos em que empresas ou indivíduos não sejam capaz de cumprir o pagamento das suas dívidas ou obrigações contratuais. Os credores e os investidores estão expostos ao risco de incumprimento em praticamente todas as formas de concessão de crédito. O risco inclui a perda de capital principal e juros, a interrupção do fluxo de pagamentos e aumento dos custos de cobrança. A perda pode ser completa ou parcial e pode ocorrer em uma série de circunstâncias, por exemplo, no caso de um emitente de dívida (privada ou estatal) não ser capaz de efectuaro seu reembolso, de uma seguradora insolvente não pagar uma apólice, de um banco insolvente não devolver os fundos aos depositantes, de que um fundo de pensão entre em quebra ou que uma seguradoranão seja capaz de pagaras rendas contratadas aos segurados.

Liquidez

O risco de que as poupanças acumuladas para a reforma não sejamfacilmenteconvertíveis (pelo menos sem uma perda significativa de capital) em dinheiro, seja por razões legais ou contratuais. Por exemplo, uma pessoa pode ser rica em activos, mas ser incapaz de usar a sua riqueza para pagar as suas necessidades de consumo,na ausência de um mercado secundário para a maioria dos activos em que investiu as suas economias.

Saúde

O risco de que uma súbita ou crescentedegradação da saúde de uma pessoa aumente significativamente os custos com os cuidados de saúde, ou que exija cuidados de longa duração com serviços mais dispendiosos.

Legado

A maioria das pessoas tem uma abordagem altruísta da vida e preocupa-se com seus parentes mais próximos e obtém satisfação em saber que seus herdeiros vão usufruirda sua riqueza quando morrerem. Devido a isso, muitos pais querem deixar a casa de família para os seus filhos, deixar-lhes dinheiro quando morrerem, transferir alguma riqueza para as gerações futuras ou instituições. Isto significa que não vão consumir toda a sua riqueza durante a vida e, portanto, só vão gastar uma fracçãodo que pouparam para a reforma.

Conversão em renda

A decisãode uma pessoa transformar as suas poupanças acumuladas em uma renda tradicional pode ter lugar no pior momento. Na verdade, este risco está relacionado com o facto de, no momento da reforma, os mercados financeiros poderem estar em baixa, reduzindo o valor dos activos (particularmente aqueles investidos em acções, obrigações ou no mercado imobiliário), ou as taxas de juros a longo prazo estarem muito baixas, o que implica que as rendas contratadas fiquem muito caras, proporcionando um benefício menor durante a reforma.

Pensão

O risco dos sistemas de pensões públicos ou privados poderem ser forçados a reduzir o valor dos seus pagamentos,por os sistemas serem insustentáveis financeiramente ou como resultado de uma decisão política.

Impostos

O risco de que uma mudança, deâmbito regulatório ou fiscal, reduzaos valores recebidos na reforma, por exemplo, um aumento das taxas de impostos, o aumento da taxa de IVA ou um aumento de impostos que afectem os mercados de capitais.

Acontecimentos imprevistos

Divórcio, morte do marido/mulher, etc.

Descarregue o documento na íntegra "The Pay-out Phase of Funded Pensions Plans: Risks and Payment Options " (PDF 0,3 Mb)

Sobre as intervenções chave,para melhorar a capacidadedas pessoas em seleccionar a forma de receber as suas pensões, fazem uma série de recomendações:

·         Proporcionar níveis derendimento mínimos, mediante benefícios públicos, quetambém ofereçam os incentivos adequados no jogo de arbitragem.

·         A qualidade das decisões financeiras dos indivíduos parece estar intimamente ligada ao seu nível de conhecimento/aptidões financeiras.

·         Melhorexploração conceptual e empírica do papel das rendas diferidas para melhorar a segurança dos valores recebidos pelos grupos etários mais velhos, ao mesmo tempo que se oferece a flexibilidade necessária às faixas etáriasmais jovens.

·         Uma melhorexploração conceptual e empírica do alcance e os limites para partilhar o risco de longevidade conjunta com e entre os titulares (ou beneficiários em acordos similares).

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