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Reforma: será uma preocupação para um jovem?

A reforma parece estar ainda muito longe. Mas a verdade é que o tempo voa.

Tempo de leitura: 3 minutos

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Reforma: será uma preocupação para um jovem?

© Wavebreak Media - www.photaki.es

 És jovem, tens a vida toda pela frente e acabas de entrar no mercado laboral. Recebes os teus primeiros salários, na tua cabeça começam a surgir planos para teres a tua própria casa, começas a organizar e a administrar o teu dinheiro, etc.

Se te falamos de reforma, este é provavelmente um tema no qual só agora paraste para pensar. Se ainda agora começaste a trabalhar, porquê parar para pensar na reforma? É uma fase que vês a muito longo prazo e crês que há muitas outras coisas com as quais te deves preocupar antes.

É verdade, falta muito tempo para a reforma. Mas, para que possas chegar a essa altura de uma forma despreocupada, deves desenvolver uma estratégia previamente, como fazem os treinadores antes de um jogo de futebol. A estratégia passa por aproveitar os anos de atividade profissional, dar início a uma poupança numa idade jovem e fazê-lo mensalmente, em maior ou menor quantidade, mas de forma recorrente e com disciplina.


Mas porque é que um jovem se deve preocupar com a sua futura reforma?


A primeira coisa a fazer é imaginar como gostarias de viver o dia de amanhã quando chegares à idade da reforma. Sabes se a pensão da Segurança Social será suficiente para manter o nível de vida que gostarias de ter aquando da reforma? Tens ideia do valor que deverias ter poupado até à reforma para viver como desejarias?

Estas são questões às quais deverias começar a dar resposta o quanto antes. Acontece com muita frequência não haver o hábito de planificar o futuro de forma adequada. A reforma muda a vida de uma pessoa de um modo significativo: após a alegria inicial de se poder desfrutar do tempo como se deseja, vem a realidade de não se receber uma pensão suficiente para manter o nível de vida.

Deixamos de receber rendimentos profissionais para passar a receber a pensão de reforma da Segurança Social, mas com uma desvantagem: a pensão pública de reforma apenas cobre uma parte dos rendimentos que se tinham durante a vida ativa.

Além disso, o cenário está a mudar e continuará a mudar nas próximas décadas. A pirâmide demográfica e o aumento da esperança de vida questionam a sustentabilidade e viabilidade do sistema público de pensões. Estes fenómenos demográficos afetam em muito as pessoas que têm atualmente menos de 40 anos. Por esta razão devemos antecipar-nos e encontrar alternativas. Uma reforma tranquila do ponto de vista económico implica que se complemente a pensão da Segurança Social com poupança e investimentos pessoais.

O imprevisto pode acontecer e, para evitar chegar à altura da reforma com uma pensão mais baixa do que a esperada, é essencial contar com uma poupança pessoal para fazer face a essa contingência.

E como quase tudo o que é bom na vida, as coisas conseguem-se pouco a pouco, com esforço mês após mês, sem deixar cair o objetivo no esquecimento. É muito importante começar a poupar – ainda que seja pouco dinheiro – a partir do momento em que recebemos o primeiro salário, para alcançar o objetivo de poupança a longo prazo (estudos de pós-graduação compra de habitação, poupança para a reforma, etc.).

Quanto mais cedo começarmos, menor será o montante necessário para construir o capital suficiente para o futuro e menor será o esforço de poupança, pois o tempo é nosso aliado.

Não deixes passar a oportunidade. Aproveita agora que podes.

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