Saltar navegação. Ir directamente ao conteúdo principal
VI Sondagem do Instituto BBVA de Pensões
Maio de 2019
Nesta secção apresentamos todas as perguntas e o detalhe das respostas da VI Sondagem do Instituto BBVA de Pensões - Longevidade e os Desafios da Poupança Após a Reforma realizada à população portuguesa com idade superior ou igual a 60 anos.
Os resultados podem ser consultados e filtrados, tanto por sexo como por grupo etário e comparados à média nacional.
Convidamos também à partilha dos resultados das perguntas através das principais redes sociais.
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
Filtrar por
1. A pensão de reforma
92% das pessoas abrangidas por uma pensão de reforma não consideram adequada a pensão que recebem mensalmente. O valor da pensão média, é de 605€, e começam a recebê-la em média aos 61 anos.
Antes de receberem a pensão de reforma, a média de rendimentos pela atividade laboral entre as pessoas entrevistadas em Portugal situava-se em 974€.
44% dos pensionistas por reforma conheceram o valor da pensão que lhes seria atribuída antes do recebimento da primeira pensão, e cerca de 83% dos quais, teve conhecimento com uma antecedência inferior a seis meses em relação à data de passagem à reforma.
36% dos pensionistas consideram que vão receber mais ou menos o mesmo que contribuíram enquanto trabalhavam.
A taxa de substituição situa-se em 62,1%.
2. A poupança
Cerca de 44% das pessoas entrevistadas tinham começado a poupar para a sua velhice, e apenas 11% das pessoas que recebem pensão de reforma teriam poupado mais se tivessem conhecido antecipadamente o valor da sua pensão.
Entre aquelas pessoas que afirmam ter poupado ou estão a poupar para a sua velhice, seis em cada dez afirmam que o fizeram ou o estão a fazer mediante depósitos bancários.
35% das pessoas que recebem pensão de reforma e que afirmaram ter poupado para a sua velhice através de um plano de pensões empresa ou individual ainda não reembolsaram a poupança, enquanto que 42% já reembolsou a totalidade sob a forma de capital.
9 em cada 10 pensionistas consideram que a opção escolhida de reembolso da poupança efetuada através de um plano de pensões empresa ou individual foi a forma apropriada em cada caso.
3. A idade de reforma
Cerca de 11% dos reformados tinham desejado reformar-se antes, enquanto 31% tinham desejado fazê-lo depois, em relação à data em que se reformaram.
58 anos é a média de idade de reforma desejada por quem gostaria de se ter reformado antes, mas não creem numa idade máxima e 65 anos é a idade média de reforma desejada por quem gostaria de se ter reformado depois.
Metade das pessoas entrevistadas considera necessária uma idade mínima de reforma, a qual se situa em média nos 60,6 anos.
4. A garantia e a revalorização das pensões
57% das pessoas entrevistadas consideram que as pensões atuais estão garantidas e que os recursos usados para pagar as pensões são procedentes das contribuições sociais dos trabalhadores atuais (36%) e das contribuições sociais que fizeram enquanto trabalhavam (36%).
90% das pessoas entrevistadas creem que "o Governo tem de revalorizar todos os anos as pensões para que não percam poder de compra".
5. Os rendimentos, o seu uso e a poupança
Mensalmente, 56% das pessoas entrevistadas dispõem de até 1.000€ de rendimentos no agregado familiar.
Cerca de 22% afirmam não poderem manter a sua habitação com uma temperatura adequada, enquanto 56% apontam não poderem fazer face a gastos imprevistos superiores a 600€.
Nos três últimos meses, 32% das pessoas entrevistadas ajudaram economicamente algum membro da sua família, em especial algum filho/a.
41% das pessoas entrevistadas afirmam poupar a maior parte dos meses, destas, 85% fá-lo mediante "depósitos e contas de poupança", sendo os "imprevistos/emergências", "ajudar os/as filho/as" e o facto de "não poderem valerem-se a si mesmo/a no futuro", os principais motivos para a poupança.
6. A habitação própria e o seu uso como recurso
80% são proprietários de habitação própria, e aquelas pessoas que são inquilinas pagam uma renda média mensal de 189€.
Um terço das pessoas proprietárias de uma casa, afirmam estar dispostas a vender, hipotecar ou arrendar a sua casa como recurso durante a reforma. No caso daquelas pessoas que indicam serem proprietárias de mais de uma casa, este dado aumenta até 73%.
A venda (65%) e o arrendamento (30%) são os principais métodos contemplados para a obtenção de dinheiro extra como recurso durante a reforma.
7. As pensões dos futuros pensionistas
6 em cada 10 pessoas entrevistadas (64%) creem que as pensões de reforma de quem hoje tem entre 40 e 50 anos não garantidas ou serão menores do que as atuais.
Existe uma preocupação elevada pelas pensões das gerações mais jovens. No entanto, apenas 2 em cada 10 dos que recebem pensão e 23% da população ativa aceitaria que a sua pensão fosse reduzida em 10% para garantir as pensões dessas gerações mais jovens.
8. A saúde e a necessidade de cuidados
A população com idade superior ou igual a 60 anos em Portugal tem a perceção de que o seu estado de saúde é "regular".
As pessoas que acederam aos serviços sociais consideram-se satisfeitas na maioria dos casos.
Cerca de 4% indicam que recebem ou alguém com quem convivem em casa, recebe alguma ajuda associada a subsídios de assistência ou dependência.
Preferencialmente, as pessoas entrevistadas indicam que se a sua saúde ou a mobilidade piorassem, seria o seu entorno familiar quem lhes prestaria os cuidados necessários.
Metade das pessoas (53%) indicam a possibilidade de irem viver para uma residência para a 3ª idade no futuro.