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V Sondagem do Instituto BBVA de Pensões (2017)
Nesta secção apresentamos todas as perguntas e respostas da V Sondagem sobre “Pensões e hábitos de Poupança em Portugal”, realizada pelo Instituto BBVA de Pensões.
Poderá consultar todos os resultados a nível nacional e ainda filtrar estes resultados tanto por sexo como por faixas etárias. Assim, apresentamos os resultados de todas as perguntas por Região e uma comparação em relação ao resultado agregado a nível nacional
Por fim, convidamo-lo a partilhar os resultados das perguntas pelas principais redes sociais.
Dados nacionais Filtro por Região
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Aumento significativo dos aforradores em Portugal, assim como da poupança média mensal.
Observámos que a percentagem de aforradores aumentou significativamente, atingindo 62% da população, assim como que o valor médio mensal de poupança aumentou alcançando 221,2 euros por mês.
Existe um desajuste entre a idade de reforma “desejada” e a idade que consideram “possível”.
Os trabalhadores gostariam de se reformar em média aos 58,8 anos mas acreditam que terão de esperar até aos 64,5 anos, identificando-se um diferencial de 5,7 anos.
Podemos observar uma diminuição da desconfiança geral relativamente a poder viver sem dificuldades durante a reforma.
Cerca de 46% dos entrevistados não acreditam que possam viver sem dificuldades, um valor bastante inferior ao do ano anterior (70%).
Mais de 40% da população poupa atualmente ou já poupou no passado para a reforma.
Os principais motivos para não poupar para a reforma continuam a ser “a falta de capacidade de poupança” e porque consideram que “ainda falta muito tempo para a idade de reforma”.
A confiança no Sistema Público de Pensões não é motivo para não poupar para a reforma.
Os principais meios para canalizar a poupança para a reforma são os depósitos bancários, juntamente com os PPR, os quais mantêm percentagens muito similares ao ano anterior.
A idade média em que se começou a poupar para a reforma manteve-se em 27,5 anos.
Em geral os portugueses continuam a sentir-se insuficientemente informados sobre a reforma.
Os grandes temas sobre os quais os cidadãos têm interesse em obter um maior nível de informação são:
- o montante da sua futura pensão.
-a idade em que se podem reformar.
Desconhecimento importante sobre a percentagem do salário que é afeta a descontos para a Segurança Social.
36% desconhecem as contribuições próprias e da empresa para a Segurança Social.
No entanto, aqueles que afirmam conhecer esse valor, situam em 20,5% a percentagem média estimada de contribuição, situando-se abaixo da percentagem real total de 34,75%, descontada no conjunto pelo trabalhador e pela empresa.
O número de anos das contribuições já efetuadas para a Segurança Social é conhecido por 85% dos trabalhadores por contra de outrem ou independentes.
O valor da pensão média em Portugal é desconhecida de 54% dos entrevistados e o valor médio atribuído pelos que afirmam conhecer esse valor foi de 453,7 euros.
Montante muito abaixo do valor mensal de 1.118,7€ considerado necessário para viver sem dificuldades.
Aumento da preocupação com o Sistema Público de Pensões.
O nível de preocupação aumentou de 53% para 67% em 2017, quebrando-se a tendência de descida observada nos anos anteriores.
Em todo o caso, existe a perceção geral em 72% dos entrevistados que durante a vida laboral contribuem com mais do que o valor que recebem quando se reformarem.
Acreditam que para viver sem dificuldades necessitariam de 1.118,7 euros, estabelecendo-se um diferencial de 665 euros face ao que é a pensão média que atribuem em Portugal.
Mantêm a convicção que a pensão pública não será suficiente para cobrir as necessidades.
A opinião pública em Portugal considera que é da responsabilidade exclusiva do Estado a garantia de uma pensão adequada para 82% dos entrevistados, enquanto 42% considera que é também uma responsabilidade da cidadania.