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Seis dicas para tirar partido do plano de estímulo do BCE
24 de Fevereiro de 2015 | 21:00
O cenário económico com taxas de juro baixas e de escasso retorno nos depósitos irá prolongar-se por bastante mais tempo. E as opções para obter rentabilidade passarão por assumir alguns riscos. Mas com cautela. -
Planear a reforma com conhecimento
22 de Janeiro de 2015 | 20:30
Durante a juventude tendemos a pensar que a idade da reforma está muito longe. De facto, aos 20 e aos 30 anos as prioridades variam entre a satisfação pessoal, a diversão e a construção de uma vida familiar. As poupanças feitas vão nesse sentido: um projeto pessoal, a aquisição de uma casa... Mas, chegados aos 40, a distância começa a encurtar. E a verdade é para muitas pessoas as “regras de planeamento da reforma” são ainda ilustres desconhecidas. -
A maioria dos portugueses que poupa fá-lo sem objetivo específico
22 de Janeiro de 2015 | 20:00
A idade média em que se começa a poupar situa-se, atualmente, nos 29 anos – um número que diminuiu relativamente à média de 33 anos registada em 2013. Tal poderá dever-se a uma certa “aprendizagem forçada” e a uma tomada de consciência dos constrangimentos económicos que o país tem atravessado. Curiosamente, a maioria dos portugueses que poupa fá-lo sem uma finalidade específica. -
A educação financeira como motor para uma sociedade mais livre
29 de Novembro de 2014 | 00:00
Dispor de conhecimentos financeiros permite-nos tomar decisões de poupança em liberdade e em coerência com as nossas necessidades. -
O BCE voltou a baixar as taxas de juro. Como é que isso interfere com a minha poupança?
26 de Setembro de 2014 | 00:00
Para quem poupa, o desafio é encontrar produtos que permitam combater a inflação. Fazer poupança a curto prazo pode não ser suficiente, pelo que os fundos de investimento e de pensões podem ser uma boa opção. -
Chile: uma reforma nas pensões que revolucionou o mundo
04 de Agosto de 2014 | 00:00
A transição, há mais de 30 anos, para um sistema de capitalização individual, fez com que os chilenos tenham uma taxa de substituição de 42%, ainda que estejam longe de garantir rendimentos idênticos aos que tinham antes da reforma. Por isso, o governo chileno quer levar a cabo reformas para dar mais peso ao sistema público, ao contrário do que acontece na Europa.





